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No passado dia 19 de Dezembro, teve lugar na Secretaria de Estado da Energia, uma audiência com o Sr. Secretário de Estado da Energia, Eng.º Henriques Gomes, na qual foram abordados vários assuntos com que se debatem presentemente os nossos associados, como os elevados custos energéticos de produção, acesso ao crédito, apoio à exportação, revisões legislativas, entre outros. Relativamente à área legislativa, será elaborado em colaboração com os associados um documento a apresentar em breve na Secretaria de Estado, com propostas de revisão da legislação em vigor. Para mais informações consultar a Circular da ANIET n.º 03/12/FP ou através do telefone 226096699 e email
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| Linha de Crédito "PME Crescimento"
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Na sequência da recente aprovação pelo Governo de um novo instrumento de acesso ao crédito, damos a conhecer informação detalhada sobre a nova Linha de Crédito “PME Crescimento”.
O montante global desta linha de crédito ascende a 1.500 milhões de euros e entrará em vigor no próximo dia 16 de Janeiro.
As empresas interessadas deverão analisar a documentação, sendo o processo iniciado junto dos bancos protocolados.
Para mais informação ou apoio na concepção da sua candidatura, contacte a ANIET.
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Novos contratos de exploração no valor de 8,6 milhões.
O sector mineiro “assume um peso significativo no quadro das exportações nacionais, aproximadamente 430 milhões de euros”, informa Victor Albuquerque, Presidente da Associação Nacional da Indústria Extractiva e Transformadora.
Este é mesmo um sector “muito relevante em termos de criação e manutenção de emprego nas zonas onde os recursos são explorados”, diz o responsável, antevendo que a importância do sector para a Indústria Extractiva e para a economia nacional seja ainda maior, depois das “recentemente anunciadas novas concessões de exploração mineira”. De facto, o Governo assinou, em Novembro, contratos com sete empresas para a exploração de minérios metálicos em Portugal, no valor de 8,6 milhões de euros, sendo a concessão de ouro no Alentejo, nomeadamente em Montemor-o-Novo e Évora, um dos maiores investimentos, rondando os três milhões de euros. Porém, a exploração estende-se a Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta e Aljezur, Monchique e Portimão.
A líder no sector, a Somincor, que tem como accionista único a Lundin Minning, teve um volume de negócios em 2010 de 413 milhões de euros, mais 28,9% que em 2009. No primeiro semestre deste ano, aumentou em 60,9% a sua facturação, face a igual período de 2010, para 197,7 milhões de euros. De destacar o facto da empresa estar a estudar o investimento na ampliação da mina do Lombador.
Muito longe da Somincor, em termos de volume de facturação, está a Sonacergy, que ocupa o segundo lugar do ranking e que facturou em 2010, 88 milhões de euros, menos 8,2% do que em 2009.
Artigo do Jornal Diário Económico (6 de Dezembro de 2011) |
| “Crise está a afectar produtos minerais”
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Sector exportou em 2010 mais de 300 milhões de euros.
O sector dos produtos minerais deve ser distinguido entre minerais metálicos e não metálicos e inclui um vasto leque de subsectores, entre eles, as rochas industriais, as rochas ornamentais e os cimentos, que são representados pela Associação Nacional da Indústria Extractiva e Transformadora. Segundo Victor Albuquerque, Presidente desta Associação, o sector “encontra-se a atravessar uma fase extremamente difícil, originada pela falta de grandes obras e pela acentuada queda da construção civil”, diz, antecipando para 2012 “a continuidade das dificuldades”.
Segundo o responsável, as empresas do sector “exportam para todo o mundo, sendo que as exportações representaram em 2010, mais de 300 milhões:”
A líder deste sector é a Cimpor, que tem no mercado brasileiro o seu principal motor de crescimento, o que não é de estranhar, tendo em conta os novos accionistas brasileiros, Camargo Corrêa e Votorantim. Só neste país, a empresa vendeu mais de 7,4% de cimento e clínquer nos primeiros nove meses de 2011. Presente em 12 países, os resultados da empresa têm tido igualmente boas performances em Marrocos, na Tunísia, na Turquia, na Índia, na China e em Moçambique, a “contrastar com Espanha e Portugal”, esclarece fonte oficial da empresa, que informa que a Cimpor obteve em 2010 “a melhor performance operacional de sempre”. O EBIDTA “cresceu 3,9% para o valor recorde de 630 milhões e as receitas totais subiram 7,4% para 2,24 mil milhões de euros”. Nos primeiros nove meses de 2011, o volume de negócios aumentou 3,6%.
Para responder à crise, a Cimpor está a desenvolver “um ambicioso programa” de redução de custos, com uma meta de 75 milhões até 2012 e de 100 milhões em 2014. Porém, prevê construir de raiz em 2012, uma fábrica no Panamá.
No segundo lugar está a Secil, actualmente em braço de ferro com o accionista. A empresa facturou em 2010, mais de 357 milhões de euros. Em terceiro lugar está a BA Vidros que facturou 283 milhões, e em quarto, a Santos Barosa, que ultrapassou os 133 milhões de euros.
Artigo do Jornal Diário Económico (6 de Dezembro de 2011)
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